Resenha: P.S. Eu Te Amo + sorteio!

capa p.s. eu te amo

P.S. Eu Te Amo, por Cecelia Ahern
Título original: P.S. I love you

Editora: Novo Conceito
Páginas: 368
ISBN: 9788581630625
Onde comprar: Submarino | Livraria Saraiva | Livraria Cultura | Fnac | Book Depository

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.

Depois de meses e meses esperando a oportunidade, finalmente li um livro da famosa Cecelia Ahern! Já tinha lido várias resenhas e ouvido vários comentários sobre a autora e seus livros, então quando a Novo Conceito me enviou esse livro fiquei louca de felicidade! :)
Holly e Gerry eram o casal perfeito. Se conheceram ainda quando crianças, se apaixonaram loucamente, possuíam um bom grupo de amigos e viveram felizes e casados durante 15 anos, até o dia que Gerry faleceu devido à um tumor no cérebro. Holly viu sua vida desabar e sair completamente dos trilhos. Ela havia perdido seu marido, sua alma gêmea; e por mais que suas amigas, Denise e Sharon, ou sua família tentasse Holly havia perdido vontade até de sair de casa. Até que um dia sua mãe liga dizendo que havia chegado uma encomenda para Holly: A Lista.
Gerry cumpriu uma pequena promessa de anos atrás e fez uma lista de coisas que ajudariam Holly a seguir em frente. A cada mês ela deveria abrir um dos dez envelopes que ele havia deixado e ela deveria seguir cada um à risca. A ideia de ter uma pequena presença de Gerry em sua vida dá o impulso que Holly precisava para começar a viver novamente.
Eu admito que me apaixonei por todos os personagens. Holly tem três irmãos e uma irmã: Richard, o sério, Jack, o brincalhão, Declan, o farreiro, e Ciara, a aventureira. A família é completamente misturada e a interação entre eles é natural e simpática – não tem como não adorar. O meu personagem favorito, apesar de tudo, é Daniel. Ele é o dono do bar onde a banda de Declan toca e é lá que ele e Holly se conhecem. Ele é uma parte essencial da “recuperação” de Holly e é um lindo desejável ótimo livro inteiro. Quero um pra mim!
 
O livro é grandinho e no começo pensei que ele iria se arrastar em pequenas coisas e se tornar monótono (como foi quando li Casório?! da Marian Keyes), mas quando menos esperava já estava na páginas 300 e desejando por mais 200! A história se desenvolve em um bom ritmo, tem alguns episódios paralelos muito legais, algumas revira voltas divertidas… O livro trata não só da superação, mas também de amizade, de problemas familiares, de novos começos e de encontrar a si mesma no seu próprio tempo. É do tipo que dá gosto de ler, nos anima e vale a pena a expectativa.
Uma das coisas que mais gostei foi a narração em terceira pessoa que, mesmo sendo 90% do tempo direcionada à Holly, às vezes mudava para o ponto de vista de outros personagens. Senti uma preocupação de todos serem essenciais no desenrolar dos eventos e acho que foi bem feita – personagens que pensei serem irrelevantes tiveram suas quinze linhas de fama.
Muitos devem procurar o livro por causa do filme com a Hilary Swank e maravilhoso lindo Gerard Butler, mas devo dizer que, como na maioria dos casos, o livro é beeem melhor do que o filme e bem diferente também; então leiam de mente aberta! Eu adorei a leitura, mal posso esperar para ler outros da Cecelia e sem dúvidas indico para todos que adoram um romance, uma história diferente ou um livro imprevisível.
P.S.: Bom, eu gostei e me empolguei tanto que resolvi fazer um sorteio do kit do livro que tenho especialmente para meus queridos leitores! Para se inscrever basta preencher o formulário Rafflecopter abaixo. As regras estão no link “Terms and Conditions” no widget. Boa sorte à todos! ;)
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Resenha: Cinquenta tons de cinza (+18)

Cinquenta tons de cinza, por E. L. James
Título original: Fifty shades of grey

Série: Cinquenta tons de cinza #1
Editora: Intrínseca
Páginas: 455
ISBN: 9788580572186
Onde comprar: Submarino | Livraria Saraiva | Livraria Cultura | Fnac | Book Depository

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja.

O tão polêmico e comentado Cinquenta tons de cinza… Tãn, tãn, tãn! Primeiramente eu não queria ler o livro no meio dessa febre toda porque em todo lugar tem gente falando bem, amando, abominando e julgando; mas coincidiu de uma amiga ter lido e sugerido que eu lesse com eu ter acabado de acabar uma leitura, então fui dar uma chance.

Anastasia Steele é uma garota normal, apaixonada por literatura (oi?) que vai entrevistar um jovem CEO bilionário e bem sucedido no lugar de sua amiga Kate. Esse (lindo) CEO é Christian Grey: jovem, lindo, inteligente e rico (oi, tudo bom?). Ana ficou fascinada por Christian no mesmo instante, mas depois da entrevista tinha certeza que nunca mais o veria na vida… Até ele aparecer na loja onde trabalhava. A química é inquestionável e Ana fica cada vez mais envolvida com Christian; mas ela não faz ideia o que ele tem em mente para essa relação – algo bem mais intenso do que Ana jamais esperou.

A história de uma menina normal e relativamente sem nada demais se apaixonando e envolvendo com um cara lindo e bem sucedido que tem seus “problemas pessoais” inesperados? Toda e qualquer semelhança com a série Crepúsculo não é pura coincidência. Na verdade, a autora (sim, é uma mulher, e daí?!) teve a ideia para o livro enquanto fazia fan fics da série vampiresca – e sempre existirão aqueles ‘preconceitos’ com o livro por causa dessa “ligação” com Crepúsculo, mas não acho justo julgá-lo assim.

Tirem as crianças da sala: o livro é tão explicito quanto as cenas de True Blood (menos vampiros e o maravilhoso Alex Skargaard). A relação entre Ana e Christian se desenvolve rápido – até demais – e quando menos se espera Christian já está expondo seu lado “excêntrico” e o livro inteiro gira em torno do desejo do bilionário por palmadas, acessórios e agressão entre quatro paredes. Edward Christian tem uma visão de si próprio como um monstro, mas não consegue ficar longe de Bella Ana, a qual a vida começou a girar em torno desse novo amor e insiste que ele pode ser tão “normal” quanto qualquer outro – soa muuuito familiar, né?

Ao fazer essa resenha percebi que tenho duas opiniões sobre o livro. Pelo ponto de vista literário, como blogueira e leitora, não acho que o livro valha a pena. Quem não gostou de Crepúsculo por sua “falta de conteúdo”, não deve gostar deste também. A escrita é comum, sem nenhuma característica marcante positiva ou negativa suficiente para comentar e como já disse, o enredo chega a ser desinteressante. Por outro lado, eu achei ótimo que o livro ficou tão popularizado e gerado uma enorme discussão sobre literatura erótica, principalmente voltada para mulheres. A leitura é divertida e tenho certeza que muitas mulheres (e homens!) vão gostar por suas razões próprias. Eu recomendaria unicamente para que as pessoas abrissem a mente para o fato de que mulheres também gostam de erótica e que parassem de pensar que as pessoas que lêem/escrevem “esse tipo de livro” são pervertidas, taradas ou exibicionistas. Século XXI, pessoal!

Sinto que essa resenha pode gerar umas opiniões controversas e até divertidas – mas garanto que não vão ser tão divertidas quanto os olhares de estranhos no cartório, metrô e aeroporto que recebi enquanto lia! hahahahaha

Resenha: Branca de Neve e o Caçador

Branca de Neve e o Caçador, por Lily Blake, Evan Daugherty, John Lee Hancock, Hossein Amini
Título original: Snow White and the Huntsman

Editora: Novo Conceito
Páginas: 208
ISBN: 9788581630182
Onde comprar: Submarino | Livraria Cultura | Fnac | Book Depository

Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?

Não é surpresa que livros baseados em roteiros de filmes, como esse, deixem leitores com o pé atrás. A primeira coisa que muitos pensam é que o livro é uma síntese das cenas, algumas falas do filme, tudo escrito resumidamente em fonte 14. Ainda com essa “primeira impressão” fiz questão de ler esse livro porque a) apesar dos pesares gostei do filme, b) adoro a história da Branca de Neve, e c) adoro adaptações.

Nessa versão a Ravenna, a Rainha Má (sim, ela finalmente tem um nome!), toma o reino à força com seus poderes, assassina o Rei e tranca a princesa herdeira, Branca de Neve. Durante vários anos Ravenna explorou o reino levando-o à decadência e sobreviveu sugando a beleza e juventude de belas moças. Dez anos depois da ascensão de Ravenna, Branca de Neve toma o lugar de Ravenna como a mais bela do reino e a única que pode acabar com o terror da Rainha.

Quando a ordem de acabar com a vida de Branca de Neve é dada, a jovem princesa consegue escapar da sua prisão e se esconde na Floresta Sombria, um lugar onde ninguém se arrisca entrar. Apenas um: o Caçador. Eric perdeu a esposa alguns anos atrás e desde então só quer saber de uma coisa: beber. Ravenna faz um acordo com ele para ir buscar a fugitiva, mas quando Eric a encontra ele se sensibiliza com Branca de Neve e toma um rumo diferente: ele vai ajudá-la à chegar ao castelo do Duque, velho amigo do Rei, onde ficará protegida.

A história é completamente diferente do clássico e obviamente mais “tenebrosa”. Muitas adaptações de vários clássicos tem acontecido, principalmente da história da Branca de Neve, e essa é a que me pareceu mais interessante por ter essa pegada de ação e terror; a Rainha Má é realmente má, mas também é mostrado um pequeno lado ainda humano além da obsessão com poder e beleza. Branca de Neve não é só uma princesa bonita, mas alguém que luta pela liberdade e quer ajudar as pessoas do reino que é seu por direito.

Eu me grudei ao livro como não faço há um tempinho; eu lia direto e adorava o desenvolvimento da história. Como já tinha visto o filme sabia o que ia acontecer, mas acho que aqueles que não viram também vão gostar. Porém, como eu já esperava, faltou profundidade. Tudo era contado como se os leitores conhecessem o cenário, já tivessem visto as personagens… Não ficou vazio, mas poderia ter sido melhor.

Sabe quando lemos um livro e queremos muito gostar dele? Foi assim comigo dessa vez; eu gostei, mas queria ter gostado ainda mais (e com certeza teria!) se tivesse mais detalhes e mais história. Apesar disso, gostei da sequência de eventos, de como os personagens são retratados e do final (melhor do que o do filme, com certeza).

Vale a pena a leitura. Não entrou para a minha lista de favoritos, mas tenho certeza que muita gente vai adorar.

Resenha: Conselho de Amiga (Siobhan Vivian)

Conselho de Amiga Se não dá para confiar em seus amigos, em quem confiar?, por Shioban Vivian
Título original: Little Friendly Advice

Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
ISBN: 9788563219305
Onde comprar: Submarino | Livraria Saraiva | Livraria Cultura | Fnac | Book Depository

Ruby está completando 16 anos… mas o dia especial não é tão doce quanto foi planejado. Seu pai desaparecido há muito tempo aparece e Ruby não quer ter nenhuma relação com ele. Ao contrário, ela quer sair com seus amigos — a leal Beth, a perigosa Katherine e a fofoqueira Maria. Elas dão muitos conselhos a Ruby — sobre garotos, seu pai e como ela deve se vestir e como deveria estar se sentindo. Mas, na verdade, ela não sabe o que pensar ou sentir. Especialmente quando um novo garoto entra em cena… e Ruby descobre que algumas de suas amigas não são tão verdadeiras quanto dizem.

Vi muita gente empolgada com esse livro (a autora é a mesma de Não sou esse tipo de garota), infelizmente ele não conseguiu me convencer. A história é bem fácil de entender: quatro amigas, cada uma com sua personalidade oposta à uma das outras, assim como seus problemas. Ruby é a narradora e tudo começa em sua festa de aniversário de 16 anos. A noite tinha tudo para ser ótima! Ela ia comemorar com Beth, sua melhor amiga que sempre cuidou dela desde o divórcio dos pais; Maria, a mais “saidinha” da turma que nunca dispensava uma festinha e fofoca; e Katherine, que nem era tanto sua amiga, mas tambem estava tendo que lidar com a separação dos pais.

Na hora da festa aparece um convidado inesperado: seu pai. Depois de anos sem dar notícias, sem ao menos se comunicar com Ruby ao sua mãe, ele dá as caras e Ruby não sabendo como se sentir sai correndo. Ela começa a repensar se deveria procurar o pai, ouvir o que ele poderia ter a dizer, mas suas amigas, principalmente Beth insistem que é perda de tempo e ela deveria ignorar que isso aconteceu e seguir em frente, mas a saudade da época quando sua família era completa ainda a atormenta.

A escrita é simples e faz com que a leitura seja rápida – até demais. Apesar das 224 páginas, o livro me pareceu ser bem mais curto. Senti falta de detalhes – entender onde a história se passava, como eram os lugares, a aparência das personagens… Esse falta tornou a leitura um pouco “solta” e desinteressante pra mim; admito que me forcei um pouco para terminar de ler.

O enredo também me deixou meio decepcionada. A sinopse me deu uma ideia que a trama ia ser emocionante mesmo que “comum” (como me senti quando li Bela Maldade), mas quando pensei que ia ficar realmente emocionante (aquela hora que não conseguimos guardar o livro pra amanhã), a história tomou outro rumo que achei mais desinteressante.

Percebi que muita fala e expressões ficaram meio perdidas com a tradução. Sabe quando lemos um trecho que soaria bem melhor em inglês e em português ficou meio forçado? Pois é, aconteceu muito, infelizmente, e acabou travando um pouco a fluência dos eventos. Enfim, não odiei, não amei, mas também não gostei a ponto de recomendar ou ler de novo.

Resenha: L.A. Candy (Lauren Conrad)

L.A. Candy, por Lauren Conrad
Título original: L.A. Candy

Série: L.A. Candy #1
Editora: Galera Record
Páginas: 316
ISBN: 9788501094070
Ano: 2011
Onde comprar: Submarino | Livraria Saraiva | Livraria Cultura | Fnac | Book Depository
Nota:   

Sobre a capa: Linda! Delicada, fofa e bonita demais na estante!

Sinopse: Um produtor de TV contrata Jane e Scarlett, melhores amigas recém-saídas da escola, para gravar um reality show sobre quatro jovens tentando ganhar a vida em Los Angeles. Scarlett estranha tanta atenção, mas Jane adora ter um bom apartamento e entradas VIP para boates. Até que um desentendimento entre as meninas pode ameaçar tanto sua amizade quanto o futuro do programa.

Eu admito: comprei o livro pela capa! haha Mas a história também pareceu legalzinho e achei o trabalho gráfico tão bom que achei que valia a pena arriscar.

Jane e Scarlett são melhores amigas desde criança e resolvem se mudar para Los Angeles para seguir suas metas: Scarlett, linda e rebelde, vai estudar Filosofia na USC e Jane, inocente e simpática, vai estagiar com uma das mais famosas organizadoras da cidade. Elas moram em um minúsculo apartamento e ainda não fizeram amigos, mas Jane está otimista quanto à vida delas em LA.

As coisas começam à melhorar quando conhecem Braden, um ator bonito e desempregado que Jane se dá muito bem (o que é novidade graças ao péssimo gosto para namorados que ela tem); e Diego, um agitado, nervoso e simpático assistente que as ajuda à cortar fila em boates. É em uma noite dessas que as amigas conhecem Trevor, um produtor de TV que está à procura de quatro meninas comuns para estrelar um reality show chamado LA Candy.

Depois de um pouco de insistência (e necessidade do dinheiro) as meninas topam participar do programa junto de mais duas meninas: Madison, filha de pais ricos milionários, bonita (não tanto quanto Scarlett) e que ainda não descobriu seu futuro na cidade, e Gaby, uma garota simpática e “distraída” que trabalha em uma empresa de publicidade. As quatro são a mistura perfeita para que o programa de Trevor dê certo – pelo menos é o que ele acha.

Tudo gira em torno das quatro meninas, principalmente de Jane e Scarlett. Enquanto Jane tem adorado as gravações e o efeito delas em seu emprego, Scarlett não tem paciência para as câmeras, as regras e principalmente as edições feitas nos episódios. Madison também não gosta nada quando o holofote começa à se virar para Jane.

Cada capítulo – e eles são bem curtos – mostra o ponto de vista de um personagem, mas sempre em terceira pessoa. Senti falta de muita coisa durante toda a leitura; as personagens não me pareciam completas, como se a personalidade mostrada fosse pela metade ou a verdadeira ainda fosse aparecer; o rumo da trama também me pareceu muito forçado e não fluía muito bem…

Fiquei muitos capítulos esperando que aquele fosse “o” capítulo que ia dar um boom na história, mas nada…  Mesmo não sendo tão empolgante, bem no fimzinho o ritmo começou a melhorar, coisas aconteceram e eu admito: fiquei louca pra ler o segundo (é uma trilogia: L.A. Candy, Sweet Little Lies e Sugar & Spice – os dois últimos ainda não foram lançados no Brasil).

Não é um livro com muito valor literário, na minha opinião, mas é uma leitura bem leve do tipo que é bom entre dois livros fortes. Minha aposta é que nos próximos tudo se desenvolva melhor.